Arquivos Mensais: janeiro 2012

Entenda: PIPA e SOPA

Dois projetos de lei, o Stop Online Piracy Act (pare com a pirataria on-line, em tradução livre), conhecido como Sopa, e “Protect IP Act” (ato para proteção da propriedade intelectual), chamado de Pipa, que estão no Congresso dos Estados Unidos, provocaram manifestações ou interrupções de serviços de sites importantes como Google, Wikipedia e Craigslist, de classificados, nesta quarta-feira (18).

Ambos os projetos de lei visam combater a pirataria na internet.  O Congresso norte-americano anunciou o adiamento da votação do projeto do Pipa e deixou “em espera” o Sopa, segundo comunicados divulgados nesta sexta-feira (20).

o Sopa, a proposta é ter penas de até 5 anos de prisão para os condenados por compartilhar conteúdo pirata por 10 ou mais vezes ao longo de 6 meses. Os sites como Google e Facebook, por exemplo, também poderiam ser punidos pela acusação de “permitir ou facilitar” a pirataria. A pena seria o encerramento dos serviços e banimento de provedores de internet, sistemas de pagamento e anunciantes em nível internacional.

Pela lei, qualquer site pode ser fechado apenas por ter conexão com outro site suspeito de pirataria a pedido do governo dos EUA ou dos geradores de conteúdo. Ferramentas de busca como o Google, por exemplo, teriam que remover dos resultados das pesquisas endereços que compartilhem conteúdo pirata, correndo o risco de punição.

Quem é a favor
As propostas têm apoio de emissoras de TV, gravadoras de músicas, estúdios de cinema e editoras de livros, que se sentem lesadas com a livre distribuição de filmes e músicas na web, principalmente em servidores internacionais. Disney, Universal, Paramount, Sonyx e Warner Bros. apoiam esses projetos.

Quem é contra
Já empresas de tecnologia como Google, Facebook, Wikipedia, Craigslist, WordPress, entre outros, são contra os projetos de lei, alegando que, caso aprovados, eles teriam menos liberdade da internet e dão poderes em excesso para quem quiser tirar os endereços do ar, prejudicando o funcionamento da web em todo o mundo.

A Casa Branca também se manifestou contra os projetos, afirmando que eles podem atentar contra a liberdade de expressão na internet. Sem o apoio, eles podem sofrer modificações ou até serem diluídos no Congresso e no Senado americanos.

Em mensagem publicada em seu blog no último fim de semana, a Casa Branca afirmou que não pode apoiar “um projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e inovação da internet global”.

via G1

O Brasil era o segundo país que mais usava o Megaupload

O Brasil era o segundo país que mais usava o Megaupload, site de compartilhamento de arquivos que foi fechado pelo FBI na quinta-feira (19). Os dados foram levantados pelo DomainTools, serviço que faz uma espécie de análise dos endereços da internet.

A França era o país que mais usava o Megaupload, com 10,3% do tráfego de dados, seguido pelo Brasil, com 8,4%. Espanha, México, Estados Unidos e Japão também estão na lista de locais onde o endereço mais era acessado, diz o DomainTools.

O Megaupload foi fechado pelo FBI por suspeita de facilitar uma rede de compartilhamento de conteúdo. Seu fundador, conhecido como Kim Dotcom, e três executivos da companhia foram presos. A acusação alega que o Megaupload.com deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo.

O Megaupload era único não somente pelo volume grande de download que possibilitava, mas pelo apoio que tinha de celebridades conhecidas e músicos, que geralmente são vistos como as vítimas da violação das leis antipirataria. Antes de ser tirado do ar, o site trazia o apoio de nomes como a socialite Kim Kardashian e os músicos Alicia Keys e Kanye West –as celebridades chegaram a gravar um vídeo de apoio à companhia, mas as imagens foram tiradas do ar pelas gravadoras.

Os dados levantados mostram que o site tinha mais de 2 milhões de visitantes únicos por mês. O domínio foi registrado em Hong Kong.

 

via G1

Lenovo anuncia notebook com dois processadores

A Lenovo anunciou nesta quinta-feira (5) um notebook com dois processadores, o que pode aumentar a vida da bateria, segundo a empresa. O modelo será lançado no segundo trimestre de 2012 nos Estados Unidos a partir de US$ 1.600.

O ThinkPad X1 Hybrid conta com um sistema chamado IMM (“Instant Media Mode”, ou “Modo Instantâneo de Mídia”), que permite ao usuário entrar em um sistema operacional mais leve e limitado do que o Windows 7 embutido.

Esse ambiente alternativo, que segundo a Lenovo aproveita melhor a bateria do netbook, usa o segundo processador e é baseado no Linux. Nele é possível assistir a vídeos, ver fotos, ouvir música e navegar na internet.

Para alternar entre os sistemas, o usuário clica em um botão do menu Iniciar do Windows, segundo a empresa.

O notebook contará com tela de 13,3 polegadas, disco rígido de 160 GB, 8 GB de RAM, e o processador principal é um Core Intel i3, i5 ou i7, dependendo do modelo.

Notícia extraída do G1 Tecnologia

Compartilhamento de arquivos é coisa séria

“Igreja Missionária do Kopimism”, criada por defensores da pirataria, foi reconhecida como organização religiosa no país.

Desde 2010, um grupo sueco de apoio à pirataria tem tentado conseguir o curioso status de religião para a prática de compartilhamento de arquivos via Internet.

Pois depois de várias tentativas, eles conseguiram: a “Igreja Missionária do Kopimism” acaba de ser reconhecida como organização religiosa na Suécia. Mas isso não quer dizer que as autoridades autorizaram a pirataria no país.

Como “símbolo sagrado”, os seguidores veneram a combinação de teclas CTRL + C e CTRL + V (que nos PCs servem para copiar e colar). A tal igreja foi criada pelo estudante de filosofia Isak Gerson e prega que compartilhar informação “é um ato sagrado”.

A “Igreja Missionária do Kopimism” já conta com mais de 3 mil membros.

Notícia extraída do site: IDGNOW

Dicas de segurança para o seu tablet

Cuidados simples – mas nem sempre lembrados – podem evitar muitas dores de cabeça para proprietários destes gadgets.

A  companhia de segurança ESET divulgou nesta quinta (5) uma lista com dicas de proteção para usuários de tablets. De acordo com a empresa, a adoção cada vez maior desses dispostivos deve torná-los um alvo crescente para o cibercrime.

“Muitas vezes, são cuidados simples, mas que a maioria das pessoas ignora no dia-a-dia”, diz Camillo Di Jorge, country manager da ESET no Brasil.

  1. Instale todas as atualizações
    Até que os tablets cheguem às prateleiras das lojas, eles percorrem um longo caminho. Nesse período, provavelmente, foram feitas atualizações e criadas correções, voltadas a garantir a segurança. Assim, o usuário precisa estar atento para atualizar, de forma constante, o equipamento, a partir da indicação dos fornecedores. Além disso, no caso de aparelhos que usam soluções baseadas em Java e Flash, deve-se estar atento ao fato de que esses aplicativos fornecem suas próprias atualizações, independentes do sistema operacional.
  2. Previna-se para o caso de perda ou furto
    Por serem dispositivos móveis, os tablets estão sujeitos a perdas e furtos em situações cotidianas. Por outro lado, tendem a virar alvo dos ladrões, graças à demanda por no mercado. Assim, quem utiliza um tablet deve instalar algum aplicativo que permita rastreá-lo e bloqueá-lo remotamente. Isso evita que os dados armazenados no dispositivo sejam acessados.
  3. Tenha um backup adequado
    O pior pesadelo para qualquer usuário é, depois de gastar muitos meses para armazenar músicas, fotos, vídeos e todo tipo de documento no tablet perder essas informações, por conta de um problema com o equipamento. Uma alternativa para evitar esse tipo de surpresa é armazenar os arquivos em um dos diversos serviços de cloud computing (computação em nuvem) disponíveis atualmente. Outra possibilidade é instalar aplicativos que realizam o backup automático para o PC doméstico ou para um HD externo.
  4. Cuidado com a instalação de aplicativos
    Existe uma proliferação no número de aplicativos disponíveis para tablets, o que seduz os usuários a instalarem o máximo possível de programas. No entanto, os cibercriminosos têm utilizado essa tendência como uma facilidade para atacar os usuários, ao criar apps maliciosos.
    Antes de instalar um novo aplicativo no tablet, deve-se tomar uma série de cuidados. O mais importante é só baixar programas que estejam disponíveis em lojas oficiais dos fabricantes e, mesmo nesse caso, deve-se ficar atento, já que em 2011 houve casos de aplicativos falsos, criados por cibercriminosos, oferecidos na Android Market.
  5. Aumente a segurança nas mídias sociais
    De forma geral, as pessoas utilizam os tablets para acessar e-mails, entrar nas redes sociais e navegar na internet. Por conta disso, esses equipamentos estão recheados de senhas e informações pessoais extremamente valiosas, que precisam ser conservadas.
    Para prevenir ameaças em dispositivos móveis, o Facebook criou um sistema de notificação, pelo qual avisa o usuário de que alguém tentou acessar sua conta de um equipamento não identificado. Para utilizar essa funcionalidade do Facebook, basta entrar na rede social e acessar a área de “Configurações de Conta” e na sequência “Segurança”, clicando em seguida em “Aprovações de Login”.
  6. Instale softwares de segurança
    Já existem versões de software de segurança voltadas especificamente a proteger tablets e que, assim como no caso dos PCs, são fundamentais para garantir a segurança.

Dica extraída do site: IDGNOW