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Entenda: PIPA e SOPA

Dois projetos de lei, o Stop Online Piracy Act (pare com a pirataria on-line, em tradução livre), conhecido como Sopa, e “Protect IP Act” (ato para proteção da propriedade intelectual), chamado de Pipa, que estão no Congresso dos Estados Unidos, provocaram manifestações ou interrupções de serviços de sites importantes como Google, Wikipedia e Craigslist, de classificados, nesta quarta-feira (18).

Ambos os projetos de lei visam combater a pirataria na internet.  O Congresso norte-americano anunciou o adiamento da votação do projeto do Pipa e deixou “em espera” o Sopa, segundo comunicados divulgados nesta sexta-feira (20).

o Sopa, a proposta é ter penas de até 5 anos de prisão para os condenados por compartilhar conteúdo pirata por 10 ou mais vezes ao longo de 6 meses. Os sites como Google e Facebook, por exemplo, também poderiam ser punidos pela acusação de “permitir ou facilitar” a pirataria. A pena seria o encerramento dos serviços e banimento de provedores de internet, sistemas de pagamento e anunciantes em nível internacional.

Pela lei, qualquer site pode ser fechado apenas por ter conexão com outro site suspeito de pirataria a pedido do governo dos EUA ou dos geradores de conteúdo. Ferramentas de busca como o Google, por exemplo, teriam que remover dos resultados das pesquisas endereços que compartilhem conteúdo pirata, correndo o risco de punição.

Quem é a favor
As propostas têm apoio de emissoras de TV, gravadoras de músicas, estúdios de cinema e editoras de livros, que se sentem lesadas com a livre distribuição de filmes e músicas na web, principalmente em servidores internacionais. Disney, Universal, Paramount, Sonyx e Warner Bros. apoiam esses projetos.

Quem é contra
Já empresas de tecnologia como Google, Facebook, Wikipedia, Craigslist, WordPress, entre outros, são contra os projetos de lei, alegando que, caso aprovados, eles teriam menos liberdade da internet e dão poderes em excesso para quem quiser tirar os endereços do ar, prejudicando o funcionamento da web em todo o mundo.

A Casa Branca também se manifestou contra os projetos, afirmando que eles podem atentar contra a liberdade de expressão na internet. Sem o apoio, eles podem sofrer modificações ou até serem diluídos no Congresso e no Senado americanos.

Em mensagem publicada em seu blog no último fim de semana, a Casa Branca afirmou que não pode apoiar “um projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e inovação da internet global”.

via G1

O Brasil era o segundo país que mais usava o Megaupload

O Brasil era o segundo país que mais usava o Megaupload, site de compartilhamento de arquivos que foi fechado pelo FBI na quinta-feira (19). Os dados foram levantados pelo DomainTools, serviço que faz uma espécie de análise dos endereços da internet.

A França era o país que mais usava o Megaupload, com 10,3% do tráfego de dados, seguido pelo Brasil, com 8,4%. Espanha, México, Estados Unidos e Japão também estão na lista de locais onde o endereço mais era acessado, diz o DomainTools.

O Megaupload foi fechado pelo FBI por suspeita de facilitar uma rede de compartilhamento de conteúdo. Seu fundador, conhecido como Kim Dotcom, e três executivos da companhia foram presos. A acusação alega que o Megaupload.com deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo.

O Megaupload era único não somente pelo volume grande de download que possibilitava, mas pelo apoio que tinha de celebridades conhecidas e músicos, que geralmente são vistos como as vítimas da violação das leis antipirataria. Antes de ser tirado do ar, o site trazia o apoio de nomes como a socialite Kim Kardashian e os músicos Alicia Keys e Kanye West –as celebridades chegaram a gravar um vídeo de apoio à companhia, mas as imagens foram tiradas do ar pelas gravadoras.

Os dados levantados mostram que o site tinha mais de 2 milhões de visitantes únicos por mês. O domínio foi registrado em Hong Kong.

 

via G1

Lenovo anuncia notebook com dois processadores

A Lenovo anunciou nesta quinta-feira (5) um notebook com dois processadores, o que pode aumentar a vida da bateria, segundo a empresa. O modelo será lançado no segundo trimestre de 2012 nos Estados Unidos a partir de US$ 1.600.

O ThinkPad X1 Hybrid conta com um sistema chamado IMM (“Instant Media Mode”, ou “Modo Instantâneo de Mídia”), que permite ao usuário entrar em um sistema operacional mais leve e limitado do que o Windows 7 embutido.

Esse ambiente alternativo, que segundo a Lenovo aproveita melhor a bateria do netbook, usa o segundo processador e é baseado no Linux. Nele é possível assistir a vídeos, ver fotos, ouvir música e navegar na internet.

Para alternar entre os sistemas, o usuário clica em um botão do menu Iniciar do Windows, segundo a empresa.

O notebook contará com tela de 13,3 polegadas, disco rígido de 160 GB, 8 GB de RAM, e o processador principal é um Core Intel i3, i5 ou i7, dependendo do modelo.

Notícia extraída do G1 Tecnologia

Como posso obter a antiga Barra de Status do Firefox de volta?

A nova Barra de Status

A nova Barra de Status do Firefox exibe apenas o status de carregamento da página e previsões de links. Quando nenhum desses são necessários, ela simplesmente desaparece.

Enquanto você passa o mouse sobre um link, uma previsão do endereço aparece na parte inferior esquerda da página.
Status Bar link - win

Onde está o status do carregamento da página?

Quando o Firefox está carregando imagens e recursos de uma página na web, a popup de status do carregamento aparece na parte inferior esquerda da janela, exibindo o endereço de onde essas coisas vêm. Se a popup estiver no seu caminho, passe o mouse sobre ela e esta reaparecerá no lado oposto da página. Quando o processo for concluído, a popup desaparece.
Status Bar load - win

Onde está o status dos downloads?

O status dos downloads pode ser encontrado no Gerenciador de Downloads, que abre convenientemente quando você faz download de um arquivo.

Onde estão minhas extensões?

Muitas extensões costumavam inserir um ícone na Barra de Status para prover rápido acesso às suas funções. Agora, elas possuem sua própria barra de ferramentas, chamada, como você deve ter imaginado, de Barra de Extensões. Por padrão, ela não é exibida — só aparece quando você instala uma extensão que a utilize. Para saber mais, leia O que é a Barra de Extensões?
Add-on Bar

A velha Barra de Status está morta, vida longa ao Status-4-Evar! Status-4-Evar é uma extensão que recria todas as funções da antiga Barra de Status e permite que você as coloque na nova Barra de Extensões.

 

Via Ajuda do Firefox

Nove razões para trocar o Facebook pelo Google+

1. Integração com serviços do Google

O maior apelo que a Google tem para atrair as pessoas rumo ao Google+ é a integração. Ou seja, a Google vai construir recursos e ferramentas Google+ em quase todos os seus atuais serviços online, de pesquisas a vídeos. O Google + já está aparece na barra de navegação no canto superior direito de quase todos os produtos Google, o que permite que você monitore todos os eventos Google + (atualizações, mensagens, etc.), além de compartilhar conteúdo com amigos, sem nunca abandonar o serviço Google que estiver usando.

Milhões e milhões de pessoas usam os serviços gratuitos do Google (Gmail, Docs, Busca, etc.). E, com o Google+ tão ligado a eles, vai parecer tolice abrir algum outro site (como o Facebook) para trabalhar com sua rede social.

2. Gestão do “melhor amigo”

A Google acredita que o conceito de círculos (“Circles”) tem mais a ver com nossa forma de fazer amigos na vida real. Todos nós mantemos vários graus de amizade e costumamos interagir com nossos vários amigos de maneiras muito diferentes. O recurso Grupos do Facebook até permite formar grupos de amigos. Mas, se comparado com a forma como isso é feito no Google+, o jeito arranjado pela rede social de Mark Zuckerberg parece complicado. Afinal, o recurso Grupos do Facebook grupos é bastante novo e foi “construído sobre” algo existente, ao passo que os “círculos” de amizade são a base da plataforma Google+.

3. Um app móvel melhor

Se você usa o sistema Android, vai perceber que enviar conteúdo do celular para a plataforma social é mais fácil, claro e funcional com o app móvel do Google +. O aplicativo já é ótimo, mas pode acreditar que a Google vai procurar mais e mais maneiras de fazer de seu Android uma interface transparente para a plataforma Google+.

A Google espera usar sua imensa base de usuários do Android como uma ponta de lança contra o Facebook, cujo app móvel, embora tenha boa aparência, sofre com uma usabilidade meio desajeitada.

4. Encontrar coisas para compartilhar é mais fácil

O recurso Sparks do Google+ é outro diferencial importante em relação ao Facebook. O Spark consiste na exploração, pela Google, do potencial de seu motor de buscas de uma forma que o Facebook não pode fazer – dar aos usuários uma fonte imediata de informação relevante para compartilhar com os amigos.

Como o Facebook não tem motor de busca, seus usuários precisam sair do site caso queiram encontrar dados compartilháveis – ou esperar que seus amigos a compartilhem. A pergunta “como posso encontrar coisas para compartilhar” é imediatamente respondida com o Sparks.

5. Você pode ter seus dados de volta

O Facebook é conhecido por seu fraco empenho em zelar por dados pessoais. Você é forçado a tornar “públicas” certas partes de seus dados pessoais, por exemplo, e é muito difícil excluir permanentemente seu perfil no Facebook.

A Google, por outro lado, permite que você pegue todos os dados que você depositou no Google+ e vá embora. Isto é feito através de uma ferramenta chamada “Libertação de dados” (Data Liberation). Com apenas alguns cliques, você pode fazer o download de dados de seus álbuns no Picasa, seu perfil no Google, seu fluxo no Google + e no Buzz e todos os seus contatos.

6. Marcação de fotos melhorada

Ao visualizar fotos no Google +, você pode aplicar “marcas” (tags) às pessoas que aparecem nelas da mesma forma como faz no Facebook. Basta desenhar um pequeno quadrado em volta do rosto de uma pessoa e, em seguida, digitar seu nome na caixa que surgir (ou escolher um dos nomes oferecidos pelo Google+).

Mas há uma grande diferença na maneira como o Google lida com o aspecto privacidade na marcação de fotos. Quando alguém aplica uma tag, você vê esta nota: “Ao adicionar esta tag, você irá notificar a pessoa que você a marcou. Elas serão capazes de ver a foto do álbum e afins.” O Facebook, por outro lado, não se esforça para avisar que as pessoas foram marcadas (possivelmente em uma foto comprometedora), o que daria a elas uma oportunidade de remover a tag.

Além disso, o Google sabiamente não usar softwares de reconhecimento facial, tal como o que o Facebook usa para identificar automaticamente pessoas em fotos enviadas para álbuns do usuário.

7. Melhor bate-papo em grupo

Em bate-papo, o Google+ tira facilmente o Facebook de campo. A montagem de chats de vídeo em grupo usando o recurso Handgouts no Google+ é fácil, e formar grupos para uma conversa rápida parece ser algo natural e divertido de se fazer em um ambiente de rede social.

Da mesma forma, o novo app móvel Huddle torna mais fácil para donos de dispositivos móveis (Android) iniciar bate-papos de texto em grupo. O Facebook simplesmente não tem algo parecido.

8. Compartilhamento seguro de conteúdo

Os defensores da privacidade há muito tempo tem convocado os sites de redes sociais para deixar que os usuários atribuam um grau de privacidade para cada parcela de conteúdo que compartilham, em vez de usar uma lista de configurações predefinidas para governar todos os dados.

A Google, obviamente, ouviu esses apelos e incorporou essa capacidade ao Google+. Por exemplo, quando eu compartilho um artigo ou carrego uma imagem da câmera, o Google+ permite que eu escolha com quais círculos de amizade eu gostaria de compartilhar esse conteúdo. Vantagem para o Google+.

9. A Google zela melhor por seus dados pessoais

Administrar uma rede social consiste principalmente em zelar de forma responsável pelas informações pessoais dos usuários. O Facebook é uma empresa jovem e veloz que tem-se mostrado arrogante em seus movimentos, sem muito respeito à privacidade dos dados do usuário e propenso a incidentes.

A Google, por outro lado, é uma empresa muito mais madura que, a meu ver, é vista como mais confiável que o Facebook. Na maior parte do tempo, o Google tem defendido seu lema “Não seja má”. Qual empresa você preferiria ter como zeladora de informações que podem identificá-lo pessoalmente?

 

Via IDGNow

meique@hotmail.com1. Integração com serviços do Google

O maior apelo que a Google tem para atrair as pessoas rumo ao Google+ é a integração. Ou seja, a Google vai construir recursos e ferramentas Google+ em quase todos os seus atuais serviços online, de pesquisas a vídeos. O Google + já está aparece na barra de navegação no canto superior direito de quase todos os produtos Google, o que permite que você monitore todos os eventos Google + (atualizações, mensagens, etc.), além de compartilhar conteúdo com amigos, sem nunca abandonar o serviço Google que estiver usando.

Milhões e milhões de pessoas usam os serviços gratuitos do Google (Gmail, Docs, Busca, etc.). E, com o Google+ tão ligado a eles, vai parecer tolice abrir algum outro site (como o Facebook) para trabalhar com sua rede social.

2. Gestão do “melhor amigo”

A Google acredita que o conceito de círculos (“Circles”) tem mais a ver com nossa forma de fazer amigos na vida real. Todos nós mantemos vários graus de amizade e costumamos interagir com nossos vários amigos de maneiras muito diferentes. O recurso Grupos do Facebook até permite formar grupos de amigos. Mas, se comparado com a forma como isso é feito no Google+, o jeito arranjado pela rede social de Mark Zuckerberg parece complicado. Afinal, o recurso Grupos do Facebook grupos é bastante novo e foi “construído sobre” algo existente, ao passo que os “círculos” de amizade são a base da plataforma Google+.

3. Um app móvel melhor

Se você usa o sistema Android, vai perceber que enviar conteúdo do celular para a plataforma social é mais fácil, claro e funcional com o app móvel do Google +. O aplicativo já é ótimo, mas pode acreditar que a Google vai procurar mais e mais maneiras de fazer de seu Android uma interface transparente para a plataforma Google+.

A Google espera usar sua imensa base de usuários do Android como uma ponta de lança contra o Facebook, cujo app móvel, embora tenha boa aparência, sofre com uma usabilidade meio desajeitada.

4. Encontrar coisas para compartilhar é mais fácil

O recurso Sparks do Google+ é outro diferencial importante em relação ao Facebook. O Spark consiste na exploração, pela Google, do potencial de seu motor de buscas de uma forma que o Facebook não pode fazer – dar aos usuários uma fonte imediata de informação relevante para compartilhar com os amigos.

Como o Facebook não tem motor de busca, seus usuários precisam sair do site caso queiram encontrar dados compartilháveis – ou esperar que seus amigos a compartilhem. A pergunta “como posso encontrar coisas para compartilhar” é imediatamente respondida com o Sparks.

5. Você pode ter seus dados de volta

O Facebook é conhecido por seu fraco empenho em zelar por dados pessoais. Você é forçado a tornar “públicas” certas partes de seus dados pessoais, por exemplo, e é muito difícil excluir permanentemente seu perfil no Facebook.

A Google, por outro lado, permite que você pegue todos os dados que você depositou no Google+ e vá embora. Isto é feito através de uma ferramenta chamada “Libertação de dados” (Data Liberation). Com apenas alguns cliques, você pode fazer o download de dados de seus álbuns no Picasa, seu perfil no Google, seu fluxo no Google + e no Buzz e todos os seus contatos.

6. Marcação de fotos melhorada

Ao visualizar fotos no Google +, você pode aplicar “marcas” (tags) às pessoas que aparecem nelas da mesma forma como faz no Facebook. Basta desenhar um pequeno quadrado em volta do rosto de uma pessoa e, em seguida, digitar seu nome na caixa que surgir (ou escolher um dos nomes oferecidos pelo Google+).

Mas há uma grande diferença na maneira como o Google lida com o aspecto privacidade na marcação de fotos. Quando alguém aplica uma tag, você vê esta nota: “Ao adicionar esta tag, você irá notificar a pessoa que você a marcou. Elas serão capazes de ver a foto do álbum e afins.” O Facebook, por outro lado, não se esforça para avisar que as pessoas foram marcadas (possivelmente em uma foto comprometedora), o que daria a elas uma oportunidade de remover a tag.

Além disso, o Google sabiamente não usar softwares de reconhecimento facial, tal como o que o Facebook usa para identificar automaticamente pessoas em fotos enviadas para álbuns do usuário.

7. Melhor bate-papo em grupo

Em bate-papo, o Google+ tira facilmente o Facebook de campo. A montagem de chats de vídeo em grupo usando o recurso Handgouts no Google+ é fácil, e formar grupos para uma conversa rápida parece ser algo natural e divertido de se fazer em um ambiente de rede social.

Da mesma forma, o novo app móvel Huddle torna mais fácil para donos de dispositivos móveis (Android) iniciar bate-papos de texto em grupo. O Facebook simplesmente não tem algo parecido.

8. Compartilhamento seguro de conteúdo

Os defensores da privacidade há muito tempo tem convocado os sites de redes sociais para deixar que os usuários atribuam um grau de privacidade para cada parcela de conteúdo que compartilham, em vez de usar uma lista de configurações predefinidas para governar todos os dados.

A Google, obviamente, ouviu esses apelos e incorporou essa capacidade ao Google+. Por exemplo, quando eu compartilho um artigo ou carrego uma imagem da câmera, o Google+ permite que eu escolha com quais círculos de amizade eu gostaria de compartilhar esse conteúdo. Vantagem para o Google+.

9. A Google zela melhor por seus dados pessoais

Administrar uma rede social consiste principalmente em zelar de forma responsável pelas informações pessoais dos usuários. O Facebook é uma empresa jovem e veloz que tem-se mostrado arrogante em seus movimentos, sem muito respeito à privacidade dos dados do usuário e propenso a incidentes.

A Google, por outro lado, é uma empresa muito mais madura que, a meu ver, é vista como mais confiável que o Facebook. Na maior parte do tempo, o Google tem defendido seu lema “Não seja má”. Qual empresa você preferiria ter como zeladora de informações que podem identificá-lo pessoalmente?