Aibhlyn Fergusson tem apenas 3 anos de idade e já tem experiência na arte da falcoaria. Ela começou a adestrar falcões e corujas depois do primeiro ano e meio de vida. Ela começou a adestrar com aves menores e hoje já adestra falcões, corujas, etc.
Cientistas que investigavam os estragos provocados pela erupção do vulcão Kilauea, tiveram que sair correndo quando uma grande massa de lava avançou na direção deles por uma estrada do Havaí. Os dois conseguiram escapar.
“Em zoologia, chama-se exosqueleto à cutícula resistente, mas flexível, que cobre o corpo de muitos animais e protistas, fornecendo proteção para os órgãos internos, suporte para os músculos e evita também a perda de água. ” – Wikipédia
Para nós, humanos, o uso de exosqueletos já é realidade. Batizada de HAL (Hibrid Assistive Limb®), a roupa-robô desenvolvida pela empresa japonesa CyberDyne atende a idosos e deficientes físicos, tornando seus movimentos mais faceis e suaves. A cyber-roupa possui sensores que percebem e antecipam os movimentos do corpo, potencializando-os.
No evento de apresentação, realizado na sede do Ministério de Ciência japonês, que consistiu em uma demonstração das capacidades de Hal, Yoshiyuki Sankai, criador da peça robótica, professor da Universidade de Tsukuba e CEO da Cyberdyne, convidou o secretário-geral do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia, Yoshitsugu Harada, a levantar com o braço esquerdo quantos sacos de arroz pudesse.
Harada disse basta já no segundo saco, pois cada um pesava dez quilos. Posteriormente o professor Sankai colocou três pacotes no braço de uma pessoa que usava a roupa robótica e que agüentou, sem esforço algum, uma carga de 30 kg.
Pra quem se interessar o HAL está disponível em versões de uma (R$ 3,5 mil) ou duas pernas (R$4,5 mil) e é vendido somente para o Japão.
Polícia encontra dois pombos-correio que levavam celulares para presídio de SP
A polícia de Sorocaba, a 99 km de São Paulo, interceptou na semana passada dois pombos-correio que levavam aparelhos celulares para dentro da Penitenciária Danilo Pinheiro. As aves foram encontradas nas proximidades do presídio. Elas não chegaram a entrar no local com os equipamentos.
Com os animais, foram encontradas sacolas de pano presas com tiras de látex, semelhante ao material usado na fabricação de preservativos. Dentro das sacolas havia peças e componentes de celulares.
A mesma estratégia havia sido utilizada em junho do ano passado em Marília, a 435 km de São Paulo. Dois pombos foram localizados com uma mulher, que disse que eles seriam usados para levar alimentos aos presos.
A polícia desconfiava que a entrega seria, na verdade, de drogas e celulares. Um inquérito foi aberto para apurar o caso de Sorocaba e todo o material apreendido vai passar por perícia.