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Dicas para ser feliz com a sua carreira de TI

São Paulo – Com 1,2 milhão de profissionais contratados, 120.000 postos de trabalho vagos e faturamento anual de 11 bilhões de dólares (e subindo), o mercado de tecnologia da informação, ou simplesmente TI, é promissor. Só no último ano, os salários do setor cresceram em média 10,78% – 60% acima da inflação. Em algumas especialidades, como programação, a alta chega a impressionantes 38%.

Assim mesmo, muitos profissionais estão insatifeitos. Eles afirmam que muitas vagas não são preenchidas porque as companhias não pagam salários compatíveis com a exigência do cargo. “Há excelentes profissionais disponíveis no mercado. Mas as empresas e consultorias querem manter taxas e salários de 8 anos atrás e não se rendem ao mercado.

Hoje, para ter um salário decente, é necessário apresentar certificação de pilotagem de ônibus espacial na Nasa, mas querem pagar o mesmo de um motorista de ônibus comum, que algumas vezes ganha mais do que o profissional de TI”, ironiza o leitor de VEJA.com identificado como Rogério, em comentário à reportagem Quer ganhar mais? Seja um craque em TI.

VEJA.com convidou três especialistas para discutir o caso: Anderson Figueiredo, gerente de pesquisas da International Data Corporation (IDC), Leonardo Martins, diretor Executivo da IT Job, empresa especializada na contratação de profissionais de TI, e Antonio Neto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd). No quadro a seguir, eles comentam as sete queixas mais comuns dos profissionais de TI e os orientam a vencer obstáculos para avançar na carreira.

“Consultorias pagam salários baixos”

Anderson Figueiredo (IDC): “Existem muitas consultorias de pequeno e médio porte no mercado, de onde vem boa parte do problema. Quanto menor a empresa, maior a possibilidade de os salários caírem. A exceção são as companhias de pequeno porte que trabalham com ótimos contratos, o que não é raro. As grandes empresas, geralmente, pagam salários mais elevados, principalmente quando conquistam bons clientes. Nesse caso, o ideal é pesquisar e procurar as companhias que pagam bem e que estejam preocupadas em reter profissionais de qualidade.”

Antonio Neto (Sindpd): “Muitas empresas prestadoras de serviço de TI, principalmente no ambiente público, participam de pregões oferecendo preços muito baixos. Quando vencem, têm pouca margem para remuneção dos profissionais. É preciso ficar atento a essa questão para não cair em armadilhas.”

“Profissionais são contratados no regime de pessoa jurídica”

Anderson Figueiredo (IDC): ”O problema já foi muito maior, e essa prática está gradualmente diminuindo. O trabalho sem vínculo empregatício está em declínio, pois as grandes companhias, como bancos e multinacionais, que contratam empresas para criar soluções de TI, não querem sofrer com problemas de direitos trabalhistas causados por terceiros. O problema persiste mais entre as empresas menores, que muitas vezes fogem da política de contratação sob o regime da CLT. É preciso entender por que isso acontece. Essas companhias priorizam a contratação no modelo de pessoa jurídica (PJ) para reduzir custos com a folha de pagamento, que são elevados no Brasil.”

Leonardo Martins (Info Job): ”As consultorias contratam muitos profissionais no regime de pessoa jurídica (PJ), o que desobriga essas empresas de obrigações trabalhistas – que ficam por conta do contratado. Esse modelo, é claro, pode afetar a remuneração do contratado. Por isso, antes de aceitar uma posição em consultoria como terceirizado, o profissional deve fazer as contas levando em consideração as despesas com as quais terá de arcar. Obviamente, não é fácil dizer não a uma oferta de trabalho, mas prever custos e benefícios pode evitar prejuízos e frustrações.”

“Falta regulamentar a profissão de TI”

Leonardo Martins (Info Job): ”A regulamentação da profissão de TI depende de votações no Congresso Nacional. Mas, por outro lado, existem entidades sindicais e patronais que representam e auxiliam os profissionais da área.”

“Empresas investem pouco em treinamento”

Anderson Figueiredo (IDC): ”Toda vez que uma empresa faz uma pesquisa de ambiente, os funcionários reclamam da falta de treinamento. Invariavelmente, a maior parte das pessoas é obrigada a gastar o próprio dinheiro se quiser se aprimorar. Infelizmente, a área de TI que menos fatura no Brasil é a de educação e treinamento, e isso não deve mudar no curto prazo.”

Leonardo Martins (Info Job): ”Muitas empresas investem em treinamentos e capacitação dos seus funcionários. Infelizmente, quem sofre mais com a falta de cursos são os prestadores de serviços, que desenvolvem funções específicas e pontuais. Dessa forma, resta a eles buscar cursos e certificações por conta própria. Se esse é o caso, não há como reclamar.”

Antonio Neto (Sindpd): ”A área de TI é extremamente ágil. Existem muitas ferramentas no mercado e elas sofrem alterações, atualizações ou ficam obsoletas em questão de anos ou até meses. As empresas exigem que os trabalhadores sejam qualificados, mas as certificações profissionais dessas ferramentas têm um custo elevado. Os empresários precisam auxiliar na qualificação dos profissionais: caso contrário, correm o sério risco de ficar sem funcionários.”

“O apagão de mão de obra é culpa das empresas”

Anderson Figueiredo (IDC): ”A questão real é a falta de profissionais capacitados. Não sobra gente sem emprego, mas também não sobram boas vagas para quem não está de acordo com as exigências do mercado. Para conseguir essas vagas, é preciso ter experiência e conhecimento pleno das exigências listadas nas propostas.”

Leonardo Martins (Info Job): “O problema do apagão de mão de obra é estrutural. O Brasil precisa investir com urgência no setor educacional, em cursos técnicos e de graduação, para que consiga atender às demandas do mercado de tecnologia. Só assim os profissionais terão capacidade para preencher as vagas.”

“As empresas preferem funcionários sem especialização e mais baratos”

Leonardo Martins (Info Job) - “Esta afirmação não é verdadeira. As empresas sérias buscam profissionais qualificados e especializados, pois o setor está aquecido e com excelentes perspectivas para os próximos anos. Existem, sim, inúmeras vagas de empregos que não são preenchidas por falta de mão de obra com o mínimo de qualificação. O profissional também deve selecionar as empresas, e não apenas o contrário.”

“A remuneração nunca é compatível com o conhecimento exigido”

Leonardo Martins (Info Job) - “A remuneração cresceu bastante nos últimos anos, com o crescimento da economia brasileira. O que estamos vivenciando é a troca de emprego por parte dos funcionários que buscam aumentar a sua renda. Nem sempre é a melhor alternativa trocar de função apenas pelo valor nominal do salário, e, sim, avaliar o pacote como um todo: quais os benefícios, desafios, responsabilidades, possibilidades de crescimento profissional e qualidade de vida embutidos na nova oferta de trabalho.”

Notícia extraída do site da INFO

Como instalar o Alcohol 120% no Windows 7

Desde a versão 1.55 do SDTP que é um driver utilizado para emular o disco virtual no daemon tools e no alcohol ele é suportado no windows 7, porem quando vc instala o windows 7 com update de algum outro sistema seja vista ou o proprio seven , a instalação do 7 corrompe as configurações do SDTP.

esse tutorial ensina como configurar novamente isso tudo e fazer o daemon e o alcohol funcionarem no seven, para ambos vcs podem seguir o mesmo tutorial.

Primeiro , baixe a versão do SDTP mais nova do site do fabricante que corresponda a seus SO , x86 ou x64:
STDP

Em seguida a parte mais chata:

Entre no REGEDIT … Iniciar > executar> Regedit.( Ou pressiona a tecla Windows + R que exibirá o executar)  (para quem não sabe como por o executar no iniciar utilize esse tutorial:

No regedit procure
HKEY_LOCAL_MACHINE \ SYSTEM \ CurrentControlSet \ Services \ sptd

Na chave Dword Start deve estar em 0 coloque 4.

Em seguida reinicie o windows;

Após o sistema voltar abra novamente o regedit e procure a chave CFG (config) , clique com o botão direito vá em permissoes e add todas as permissoes possiveis para o usuário administrador da maquina. (administrator e a sua conta que foi criada);

Reinicie o sistema novamente;

Após voltar , entre novamente no regedit e exclua TODA a chave SPTD dentro do system e reinicie novamente.

Reinstale o SPTD que você baixou no site do fabricante e reinicie.

Após iniciar o sistema execute novamente o SPTD e vejá se no mesmo ele irá reconhecer a instalação do SPTD na maquina.

Geralmente após a última vez, que o windows foi reiniciado a o daemon tools já iniciou com o sistema montando as unidades.

Observação: Funciona com o Daemon Tools e com o Alcohol 120%.

Via maxdecastro/cpturbo

Sites do governo e da presidência são atacados pelo LulzSecBrazil

A informação foi confirmada pela secretaria de imprensa do governo brasileiro; ação aconteceu entre 0h30 e 3 horas de hoje.

Os sites da presidência da República (www.presidencia.gov.br e www.portalbrasil.gov.br), além do endereço da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br) foram alvo de um ataque de hackers na madrugada de hoje (22/6). A ação, divulgada inicialmente pelo UOL Tecnologia, foi confirmada ao IDG Now! pela secretaria de imprensa da Presidência da República.

Segundo a secretaria, o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) identificou o ataque (que começou por volta de 0h30 e foi até 3 horas), e conseguiu evitar que fossem capturados dados ou mesmo alterados os sites. Apesar disso, ação dos criminosos deixou as páginas fora do ar por pelo menos uma hora.

As investigações iniciais indicam que a ação teve como origem um provedor da Itália (o que não significa que os hackers estejam naquele país – é possível utilizar máquinas espalhadas pelo mundo em único ataque). O mais provável é que tenha sido utilizado um método chamado de “negação de serviço) (DDoS), em que milhares de máquinas fazem uma requisição de acesso ao mesmo endereço em um período curto de tempo. Com isso, o servidor não aguenta o pico de tráfego e sai do ar.

Em uma conta no Twitter, que pertenceria ao grupo de hackers LulzSec, o ataque é apontado como tendo como origem o “braço brasileiro” do grupo.

Nos últimos meses, o LulzSec tem tirado o sono dos administradores de sites em todo o mundo. Na lista de vítimas recentes do grupo estão Sony Pictures, CIA, FBI e o Senado norte-americano, além de ter divulgada na rede mundial de computadores milhares de senhas internautas. Esta semana o grupo anunciou uma “guerra contra os governos de todo o mundo”, e ontem até entregou dois supostos cibercriminosos ao FBI.

Via IDG NOW!

Hackers dizem ter invadido rede da Sony mais uma vez

O grupo de hackers Lulz Security, que roubou mais de 1 milhão de senhas do portal da Sony Pictures, afirmou na segunda-feira (6) ter invadido novamente os sistemas da companhia. O grupo postou na internet o que eles descrevem como 54 megabytes de códigos fonte das redes de desenvolvimento da Sony Entertainment, assim como mapas das redes internas da Sony BMG.

O grupo afirmou na semana passada ter invadido a rede da Sony e acessado informações de mais de 1 milhão de usuários para mostrar a vulnerabilidade dos sistemas da companhia. Nesse ataque, o grupo de hackers, que conseguiu se manter anônimo, publicou nomes, datas de nascimento e senhas de pessoas que participaram de concursos promovidos pela Sony.

Em 26 de abril, a empresa alertou que hackers haviam roubado informações pessoais de 77 milhões de contas de usuários da rede de games on-line PlayStation Network, que foi desativada logo depois.

Brasil
No final de semana, o site “The Hacker News” publicou que o portal da Sony Music no Brasil tinha sido derrubado por hackers. “Mais uma rede da Sony Entertainment foi hackeada por um grupo chamado ‘The UnderTakers’”, dizia o post.

Segundo a assessoria de imprensa da Sony no Brasil, os hackers criaram um novo endereço muito similar ao original para publicar as mensagens. Para evitar a proliferação do endereço falso, a Sony decidiu tirar a página do ar, que deve retornar nesta terça-feira (7). Conforme a assessoria, a página falsa com as mensagens dos hackers ficou poucas horas disponível.

Via G1

Hackers chineses atacam o Gmail

O Google revelou nesta quarta-feira (1º) que hackers desconhecidos, aparentemente vindos da região central da China, tentaram invadir contas de centenas de usuários do seu sistema de e-mails, o Gmail, incluindo de autoridades importantes do governo norte-americano, ativistas chineses e jornalistas.

A empresa afirmou em seu blog oficial que os hackers, que aparentemente vêm de Jinan, na China, tentaram recentemente invadir e monitorar contas de e-mails ao roubar suas senhas, mas o Google detectou e “interrompeu” o ataque.

A companhia notificou as vítimas e governos possivelmente atingidos, acrescentou o Google no blog. A ação do Google encerrou o pregão em queda de 0,65%.

“Recentemente descobrimos um ataque para coletar senhas de usuários, provavelmente por meio de phishing (tipo de fraude caracterizada pela tentativa do hacker de se fazer passar por outra pessoa ou representante de uma empresa para coletar informações)”, disse a empresa.

Os ataques são as últimas invasões pela internet direcionadas contra empresas do Ocidente e acontecem um ano depois de o Google e várias outras empresas serem alvos de hackers chineses.

O incidente anterior provocou um debate sobre a censura e o rígido controle da internet no país. O Google, por fim, removeu suas operações da China, apesar da grande oportunidade de mercado que ela representa.

Via G1